quarta-feira, 4 de maio de 2011

. Principais Causas da Alergia Alimentar:

materia 1A alergia alimentar é uma desordem do sistema imunológico causando uma reação do corpo em relação à substância que geralmente são bem toleradas e não prejudiciais.
Estes alimentos serão mal digeridos, o que pode causar sérios problemas intestinais, pois bactérias e fungos que vivem ali consumirão esse alimento fermentado para obter energia e se multiplicar.
Em excesso, esses microorganismos são prejudiciais e causam inflamações que levam a micro fissuras na parede do intestino. Fato este que desenvolve uma permeabilidade intestinal, fazendo com que estas macromoléculas passem para a corrente sanguínea. Quando substâncias estranhas (alérgenos ou antígenos) penetram no corpo, formam-se proteínas específicas, os anticorpos ou as imunoglobulinas.

Predisposição genética, (50 % dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia), dieta monótona e o consumo freqüente de  certos alimentos mais susceptíveis a causarem alergia,  permeabilidade do sistema digestivo, falha dos mecanismos de defesa, ao nível do trato gastrintestinal e stress.

 Sintomas decorrentes de alergias alimentares:


Náusea e vômito, refluxo esofágico, flatulência, diarréia, constipação intestinal, doença celíaca, cólicas, dermatite, Inflamações respiratórias (asma, bronquite, sinusite, rinite), formação de muco nas fezes, enxaqueca, letargia, apatia, transtornos do sistema nervoso central: depressões, hiperatividade, Alzheimer, esquizofrenia, ansiedade, déficit de atenção, causadas pelo ataque aos neurônios, irritação na mucosa intestinal, que gera deficiência nutricional pela má absorção de nutrientes, edema de glote, colapso vascular (“choque anafilático”).

 Alimentos alergênicos mais comuns:

Leite de vaca e derivados, Ovo de galinha (principalmente a clara do ovo), Amendoim, Soja, Glúten (trigo, centeio e cevada), Pescados e Frutos do Mar e Frutas cítricas.

 Como prevenir: 

Assim, caso observe um ou mais sintomas dos citados acima é necessário buscar ajuda de um profissional nutricionista para iniciar uma investigação de uma possível alergia alimentar e identificação de qual ou quais os alimentos alergênicos. A identificação do alérgeno pode ser feita clinicamente através de uma analise geral, sinais e sintomas presentes, e inquérito alimentar, entre outros. O ideal é se fazer exames específicos de alergia alimentar para tal comprovação.
Uma vez comprovada a alergia alimentar é necessário se suspender este(s) alimentos(s) da dieta. O tempo de suspensão irá depender da intensidade dos sintomas presentes.
 

 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Couve-flor
Nome científico: Brassica oleracea

A couve-flor é uma hortaliça do tipo inflorescência (conjunto de flores), pertencente à família Brassicaceae, assim como o repolho, o brócolis e a couve comum. É originária da Ásia Menor e foi levada para a Europa no século 16.

No Brasil é cultivada principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. É uma planta exigente quanto as condições climáticas, sendo originalmente produzida em regiões de clima ameno e no inverno. Porém, com o melhoramento genético, foi possível produzir cultivares que se adaptaram em climas mais quentes. Assim, esta hortaliça é encontrada em todas as épocas do ano.

A couve-flor é composta por flores brancas bem unidas, rodeadas de folhas alongadas. A couve-flor de cor branca é a mais comum, mas também é possível encontrar esta hortaliça com coloração creme, amarela, roxa ou verde. Pode ser consumida frita ou cozida, em saladas, sopas, refogados, gratinados e suflês.

Assim como outras hortaliças de cor branca, possui pigmentos flavonoides, classificados como antoxantinas, que variam de ligeiramente incolor a amarelados. Os flavonoides são pigmentos naturais, pertencente a um grande grupo de metabólitos secundários da classe dos polifenóis, sendo geralmente encontrados em frutas, flores e vegetais.

Os flavonoides são conhecidos por seu poder antioxidante, pois inibem reações de oxidação do "colesterol ruim" (LDL). Essas reações de oxidação são responsáveis pela formação de placas e trombos que dificultam o fluxo sanguíneo, ocasionando problemas circulatórios, como derrames e infartos. Os flavonoides também reduzem a rigidez arterial, deixando os vasos mais susceptíveis à vasodilatação, o que é um fator de prevenção para a ocorrência de hipertensão arterial. Estudos sugerem que os radicais livres predispoem à trombogênese (formação de trombos na corrente sanguínea) por promover aumento da agregação plaquetária. Os flavonoides podem inibir a atividade de enzimas responsáveis pela degradação de ácidos graxos (lipoxigenase e cicloxigenase), levando a uma diminuição da agregação plaquetária e, consequentemente, reduzindo os riscos de trombose.

A couve-flor possui também os glucosinolatos, compostos nitrogenados que promovem a proteção contra carcinogênese e mutagênese, sendo ainda ativadores das enzimas de detoxificação do fígado.

A couve-flor é rica em minerais como cálcio, fósforo e ferro, auxiliando no combate e prevenção de anemias, desnutrição e debilidade geral, sendo ainda importante para crianças e pessoas idosas. É também rica em vitaminas do complexo B, importantes na manutenção da saúde dos nervos, pele, olhos, cabelos, fígado e boca, assim como a tonicidade muscular do aparelho gastrintestinal. As vitaminas do complexo B são coenzimas envolvidas na produção de energia e podem ser úteis nos casos de depressão, ansiedade e TPM.

Os talos e folhas da couve-flor também são consumidos, pois possuem alto teor de nutrientes, assim como a inflorescência da hortaliça.
Cenoura
Nome científico: Daucus Carota

A cenoura foi primeiramente apreciada pelos gregos e romanos. Ela teve sua origem na região Mediterrânea e sudoeste da Ásia. No Brasil é bastante cultivada nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul. Seu período de safra é de julho a janeiro.

A cenoura possui um formato alongado e é constituída por raízes tuberosas de cor laranja e textura lenhosa. Nela está presente o betacaroteno, que é o responsável por lhe oferecer a coloração alaranjada. Sua parte folhosa também pode ser consumida, embora muitas culturas não conheçam esse hábito.

O beta-caroteno é uma pró-vitamina, precursora de vitamina A, capaz de proteger as artérias, fortalecer o sistema imunológico e combater infecções, além de ser anticancerígena e possuir ação protetora. O beta-caroteno ajuda a manter a saúde dos olhos, evitando a cegueira. Além de não ser calórica, este vegetal é benéfico para a pele e mucosas, pois apresenta ação antioxidante, que combate os radicais livres e estimula a síntese de melanina.  A ingestão diária de betacaroteno por no mínimo 10 semanas pode ajudar a proteger a pele de queimaduras solares.

Na cenoura também estão presentes as vitaminas C, D e do complexo B, que ajudam na manutenção do sistema nervoso. Possui também fibras solúveis que ajudam a diminuir o colesterol sanguíneo e melhoram o funcionamento intestinal, além dos minerais cálcio, magnésio, ferro, cobre, iodo, potássio e sódio, necessários ao bom equilíbrio do organismo. 

Possui um sabor levemente adocicado, sendo um vegetal que possibilita diversas preparações como: sopas, saladas, cremes, suflês, sucos, doces, biscoitos e bolos. Suas folhas são bastante nutritivas e muito úteis, proporcionando também diversas combinações na gastronomia. Podem ser consumidas cruas, inteiras, em forma de suco, saladas, e também cozidas em sopas ou refogadas.

As cenouras podem ser de quatro diferentes variedades:



Cenoura Nantes: possui as pontas arredondadas, pele lisa e coloração laranja escura.






Cenoura Brasília: possui um formato de cone, com as pontas pouco fechadas, pele não muito lisa, de cor laranja clara.





Cenoura Kuroda: possui um formato cônico, com as pontas arredondadas e de cor laranja avermelhada.






Cenoura Baby: como o próprio nome diz, é um tipo miniatura de cenoura, comercializada congelada ou enlatada, podendo ser consumida crua, cozida, ou em preparações de diversas receitas.



Na hora de escolher as cenouras deve-se observar se as mesmas estão lisas, firmes, sem rugas e com cor uniforme. A cenoura pode ser conservada por um período maior em relação a outros legumes. Quando conservada na geladeira pode permanecer em boas condições por cerca de uma a duas semanas.

sábado, 30 de abril de 2011

ALIMENTOS FUNCIONAIS

Os alimentos funcionais utilizados na reeducação alimentar desintoxicante, além de nutrir  ajudam a eliminar do organismo as substâncias indesejáveis e o excesso de gordura. Devemos lembrar que essas substâncias não ajudam em nada o organismo, são toxinas que possuem afinidade pelas gorduras, acumulando-se no tecido adiposo.
   Quando falamos em alimentos funcionais com a função específica de desintoxicar não costumamos contar as calorias. A qualidade é mais importante que a quantidade.

   Os alimentos que ajudam a desintoxicar sempre ajudam a emagrecer também, podendo ser utilizados por pessoas que não precisam emagrecer ou até por aquelas que desejam ganhar peso. Toda alimentação que desintoxica pode emagrecer, porém nem toda orientação alimentar para emagrecer pode desintoxicar.

   A alimentação desintoxicante tem por objetivo facilitar o trabalho dos órgãos responsáveis pelo processo de desintoxicação que são,em ordem decrescente de importância, os seguintes: Fígado, intestinos, rins, sistema linfático, pele e pulmões.

   A orientação nutricional voltada para a desintoxicação do organismo deve constituir a base alimentar de qualquer pessoa que queira desfrutar de mais saúde, sentir-se bem, manter-se em forma, prevenir as doenças, viver mais com maior qualidade de vida.

Principais alimentos com funções desintoxicantes:

 foto materia site 3
  Vegetais: salsão, couve, nabo,  agrião, espinafre, repolho, brócolis, couve flor, couve de bruxelas, pepino, erva doce, alcachofra

 Frutas: limão, abacaxi, maçã, melão, romã, uvas vermelhas e roxas, lima da persa,carambola

foto materia site 2 Especiarias: gengibre, manjericão, hortelã, salsinha

 Chás: verde, branco,  dente de leão, chapéu de couro, alcachofra

 Ervas: silimarina e chlorella
 
  NUTRIENTES ESSENCIAIS PARA O BEBÊ
  



































                1º TRIMESTRE
                              2º TRIMESTRE
                           3º TRIMESTRE

 Zinco, Cobre, Selênio, Iodo, Ferro, Ácido fólico, Ômega 3, Aminoácidos Essenciais, Cálcio, Magnésio, Manganês,
Cromo, Molibdênio, Vitamina B12, B6, C, E, Niacina, Riboflavina e Fibras Alimentares

       Estágio Blastogênese                     Estágio embriogênico                           Estágio fetal
Completa-se duas semanas após a fertilização.
É quando o embrião e a camada
externa se tornam a placenta.
Nutrientes: Zinco, Cobre, Selênio, Ácido Fólico, B12 
Formam-se o cérebro, sistema nervoso,
cabelo, pele, músculos, sistema excretório, digestório, respiratório e glandular.
Nutrientes: Vitaminas B6, B12, Ômega 3,
Ácido Fólico, Biotina
Período de crescimento do tamanho das células
Assim, deve-se enfatizar além da qualidade dos alimentos, a quantidade que deverá ser aumentada.
Nutrientes: Ferro, Cálcio, Magnésio




foto atualidade 3• ÁCIDO FÓLICO: ajuda na construção e desenvolvimento do sistema nervoso do feto e também auxilia na divisão celular no momento da formação do embrião e dos anticorpos do bebê.
Fontes: feijão, vegetais verde escuros, gérmen de trigo.
                   Fígado: 222 mcg
                   Feijão: 122mcg                                               
                   Quiabo:134mcg

• FERRO: é fundamental para a formação das células sanguíneas do feto. O aumento do volume sanguíneo da mãe na gravidez exige maior produção de hemoglobina, que dá a cor vermelha às células do sangue e é responsável pelo carregamento do oxigênio. A carência de ferro pode provocar anemia materna.

Fontes: carnes, vegetais verde escuros, ervilha
                   Ervilha: 5 mg
                   Filé Mignon: 2,9 mg
                   Espinafre: 2,5 mg

 FIBRAS: são  importantes para regular o funcionamento intestinal da gestante que nesta fase de gestação pode sofrer de constipação. Também as fibras oferecem mais saciedade ajudando no controle alimentar, além disso, elas ajudam no controle da glicemia na gestação e ainda atua na diminuição dos níveis de colesterol, indispensáveis para às mamães que possuem o colesterol elevado.

Fontes: verduras e legumes, frutas, cereais integrais               
                     Ameixa preta: 9,25mg
                     Aveia em flocos: 9,1mg
                     Couve de bruxelas: 4,9 mg

• CÁLCIO: Ajuda na formação óssea e dentição completa da criança. Ajuda a evitar contrações do útero antes da hora do nascimento e também ajuda a controlar a pressão. Recomenda-se não ingerir qualquer alimento que contenha cafeína junto com algum alimento rico em cálcio, uma vez que esta reduz a absorção do nutriente pelo organismo.

Fontes: leite e derivados, tofu, vegetais verde escuros
                   Leite desnatado: 134mg
                   Ricota: 253mg
                   Brócolis: 48mg

              
• ÔMEGA-3: estudos recentes revelam que a ingestão de ácidos gordos ômega-3 durante a gravidez melhora a capacidade sensorial, cognitiva e motora do bebê. Este ácido graxo ajuda na formação do sistema neurológico e no cérebro.


Fonte: Medicina Ortomolecular, Paulo Roberto de Carvalho
Ginecologia, Obstetrícia em Medicina Ortomolecular, Efrain Olszewer
Dicas Para Cuidar do Seu Intestino





• Mexa-se:

Mexer o corpo pelo menos três vezes por semana aumenta o dinamismo da musculatura do intestino e estimulam a ativação peristáltica, aqueles movimentos involuntários que dão um empurrão às fezes até a saída.



 • Diminua as carnes vermelhas:



atualidades 3Elas carregam muitas substâncias nocivas como nitritos e nitratos, conservantes nocivos que em acúmulo podem gerar doenças. Além disso, a carne é de difícil digestibilidade, o que pode comprometer a flora intestinal quando já se possui um desequilíbrio intestinal (constipação ou diarréia), acentuando ainda mais os sintomas.

• Evite os carboidratos e açúcar refinado:

atualidade 4O açúcar, tanto refinado como os advindos dos carboidratos simples (pão, macarrão, bolachas, massas, doces) é altamente fermentativo, o que faz com acentue a disbiose intestino e prejudica o crescimento das bactérias boas que lá estão para ajudar na digestão e absorção dos nutrientes.

• Abuse da água

atualidade 5Sem a ingestão de líquidos, o corpo não consegue usufruir dos poderes das fibras.
Em contato com a água, elas incham e contribuem para a formação do bolo fecal.



•   Inclua os PRObióticos:

atualidade 6Essas bactérias do bem promovem o equilíbrio da flora intestinal. Iogurtes e outros produtos lácteos enriquecidos com os micro-organismos já são usados na prevenção e tratamento de doenças como dermatite atópica e alergia alimentar. 




• Não se esqueça dos PREbióticos também!

3São importantes como fonte de energia para a manutenção do equilíbrio da microbiota.
Eles podem ser encontrados em alimentos como frutas, alcachofra, alho, chicória, bardana, aveia e banana verde.


  • Aposte nas fibras:

atualidades 2As fibras alimentares insolúveis têm a capacidade de absorver água, formar gel, melhorando o trânsito do intestino, uma vez que aumentam o peso e o volume fecal. Ajudam a varrer substâncias tóxicas da mucosa do cólon, importante na prevenção de um câncer na região.
Os alimentos que possuem maior quantidade são:

Alimento

Quantidade

Fibra total
(g)
Fibra solúvel
(g)
Fibra insolúvel
(g)
Trigo
Porção de 40 gr
7,3
1,2
6,1
Farelo de trigo
Colher de sopa - 15gr
6,3
0,5
5,8
Alcachofra cozida
100 gr
5,4
0,7
4,7
Goiaba
Unidade média - 170 gr
9,2
4,6
4,6
Lentilha seca
Porção de 40 gr
5,2
0,6
4,6
Abacate
1/2 unidade pequena - 180 gr
7,6
3,1
4,3
Pêra
Unidade pequena - 190 gr
4,6
1,0
3,6
Mamão papaya
Unidade pequena - 270 gr
4,9
1,9
3,0
Pinhão cozido
Porção de 80 gr
2,6
0,4
2,2
Carambola
Unidade - 80gr
2,2
0,2
2,0
Ervilha fresca
Porção de 50 gr
2,6
0,6
2,0
Cenoura
Unidade média - 120 gr
3,1
1,3
1,8
Maçã
Unidade-130 gr
2,6
1,0
1,6
Milho verde cozido
Porção de 60 gr
1,7
0,1
1,6
Couve de bruxelas
Porção de 60 gr
3,0
1,6
1,4
Farinha de trigo integral
Colher de sopa - 15 gr
1,7
0,3
1,4
Figo
Unidade média - 55 gr
1,8
0,4
1,4
Grão de bico cozido
Porção de 40 gr
2,0
0,6
1,4
Escarola refogada
Porção de 60 gr
2,3
1,0
1,3
Espinafre cozido
Porção de 60 gr
1,6
0,4
1,2
Laranja
Unidade média - 180 gr
3,4
2,3
1,2
Vagem cozida
Porção de 60 gr
1,9
0,8
1,1
Batata cozida
Unidade - 70 gr
1,3
0,3
1,0
Quiabo
Porção de 60 gr
1,5
0,5
1,0




Como estimular a criança a comer melhor?

 Prato colorido: as cores dos alimentos ajudam a compor a apresentação dos pratos e são ótimas para atrair a atenção e o apetite da criança. Para isso, as frutas, os legumes e os folhosos são bons aliados e podem ser colocados no prato de forma criativa!

 Alimentos preferidos: sempre que possível inclua na refeição da criança os alimentos de maior preferência incrementado daqueles que ela gosta menos, pois desta forma ela  aceitará melhor estes.

 Importância da alimentação: na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos que ela está consumindo e o porquê que o prato deve ser colorido e não ter só biscoitos ou chocolates, por exemplo.

 Modo de preparo dos alimentos: os pais e os filhos não precisam ter cardápios diferentes, o ideal é adaptar a maneira de elaborar os alimentos usados habitualmente pelos adultos de acordo com a faixa etária da criança. Considerando, claro, que as necessidades nutricionais são específicas.

 Tranqüilidade nas refeições: a hora da refeição deve ser um momento tranquilo, sem agitação e longe da televisão.

 Atividade Física: a atividade física para criança é essencial, principalmente para aquelas com sobrepeso. As atividades da preferência da criança e atividades familiares são as melhores opções.