sábado, 19 de maio de 2012


Chia



Nome científico: Salvia hispanica

A semente de chia é originaria da planta do deserto Salvia Hispânica, sendo conhecida também por este nome: Salvia além de Chia, Chiabaan, Sementes da Força, Alimento Executivo, Grãos do Guerreiro, entre outros. Pertence à família da menta, no sul do México. Suas sementes são pequenas e podem variar quanto à cor, podem ser: cinzas, castanhas, pretas e brancas. Na era Pré-colombiana estas sementes eram ingredientes das dietas dos astecas e maias, principalmente por aqueles que precisavam de força e resistência física.

A semente de chia é um alimento muito poderoso em questões funcionais e nutricionais. Possui grande quantidade de ômega 3, fibras, antioxidantes, proteínas e minerais como ferro, cálcio, magnésio e potássio. A chia tem o poder de auxiliar na perda de peso, pois promove saciedade devido à grande quantidade de fibras presente em sua composição, tornando a digestão mais lenta. Assim, o indivíduo fica satisfeito mais rapidamente, passando a comer em menores porções. Ajuda também no combate às inflamações, devido à presença do ômega 3 no grão.

A chia pertence ao grupo das sementes mucilaginosas, que são ricas em fibras alimentares solúveis e insolúveis. Estas mucilagens são benéficas para o intestino, pois a semente de chia tem a capacidade de inchar quando entra em contato com a água, formando uma espécie de gelatina, auxiliando o bom funcionamento do intestino e potencializa a absorção de nutrientes pelo organismo. Além de aumentar a sensação de saciedade durante as refeições, fazendo com que o indivíduo demore mais tempo para sentir fome novamente.

A chia pode ser encontrada em formas de grãos (forma in natura), óleo e farinha. Contribui para a redução do colesterol e triglicerídeos, controla a glicemia, ajuda na formação óssea, previne o envelhecimento precoce e melhora a imunidade do organismo. Promove um aumento da energia e resistência, melhora a saúde cardiovascular, estimula o crescimento e o desenvolvimento cerebral da criança, melhora a saúde do cólon e do intestino. Porém é valido lembrar que esta semente possui alto teor calórico, contribuindo assim para o ganho do peso quando consumida em excesso.

As sementes de chia são oleaginosas que podem ser utilizadas com as sementes inteiras ou moídas em diversas preparações como: saladas, temperos, molhos, saladas de frutas, iogurtes, bolos, pães e biscoitos. Em forma de grãos pode ser misturada a frutas. Já na forma de óleo pode ser usada como tempero. Em forma de grãos é mais utilizada em preparações com bolos, pães, e biscoitos. Em forma de farinha é mais utilizada no preparo de iogurtes, vitaminas e saladas.

Fitoterápicos, termogênicos, ansiolíticos, suplementos | Dicas de Nutrição

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sexta-feira, 11 de maio de 2012





Essa fruta originária da China de sabor delicioso e exótico é uma das mais nutritivas que existem. O kiwi possui muitas fibras que ajudam na digestão, são ricos em antioxidantes que combatem os radicais livres e é embalado com vitamina C equivalente a uma laranja.

Veja mais sobre seus benefícios:

Ajuda a digestão e combate a constipação
Rica em fibras dietéticas, o kiwi ajuda positivamente na saúde digestiva pois ajudam a remover as toxinas do cólon, ajudando na prevenção de câncer de cólon.
As fibras também ajudam a prevenir a constipação e outros problemas gastro intestinais e aumenta o volume das fezes, ajudando na evacuação.
Aumenta a imunidade
Devido ao seu altíssimo teor de vitamina C e seu compostos antioxidantes, o kiwi atua como um ótimo reforço imunológico. Além disso, o kiwi também contem ferro e ácido fólico, dois nutrientes que em falta podem ocasionar anemia.
Protege seus olhos
Kiwi é uma boa fonte de luteína e zeaxantina, substâncias químicas naturais encontrados nos olhos. A luteína ajuda a filtrar a luz azul prejudicial, ajudando a prevenir degeneração macular relacionada a idade, glaucoma e catarata. A Zeaxantina trabalha lado a lado com a luteína, contribuindo principalmente para a saúde dos olhos.
Controla a pressão arterial
É uma fonte muito rica de potássio e desempenha um papel importante nas células do corpo, mantendo os fluidos corporais e electrólitos equilibrados. O potássio ajuda a manter a taxa de controle cardíaca e pressão sanguínea e é um ótimo para quem pratica atividades físicas, pois ajudam a evitar cãibras.
Bom para a pele, cabelos e unhas
Por ser fonte de vitamina C e E, o kiwi se torna fonte indiscutível de poderosos antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres, evitando o envelhecimento e a degeneração da pele. Além disso, também é fonte de zinco, mineral importante para a saúde da pele, dos cabelos e unhas.

Combate células cancerígenas
O kiwi contém uma variedade de flavonoides e carotenoides com grande poder antioxidante. Estes nutrientes ajudam a oxigenar as células e são responsáveis ​​por proteger o seu DNA, reduzindo portanto os riscos de câncer como de cólon por exemplo, além de reduzir os riscos de estresse oxidativo.
Ótimo na gravidez
O kiwi é rico em ácido fólico, nutriente importantíssimo para uma gravidez saudável, pois o folato ajuda no desenvolvimento celular do bebê dentro do útero, impedindo que ele nasça com problemas de má formação.
Bom para o coração
O kiwi tem um valor nutricional espetacular não só na polpa, mas como em sua casca e sementes. O óleo de semente de kiwi é rico em ácido alfa-linolenico e omega-3. Esses ácidos graxos (ácidos graxos essenciais) não podem ser produzidos dentro do corpo e devem ser adquiridos através da dieta e estão relacionados a um menor risco de doença cardiovascular.
Previne asma e outras doenças respiratórias
Devido ao alto teor de vitamina C, foi constatado que o kiwi é ótimo para fortalecer o sistema imunológico e combater doenças do trato respiratório como asma, corrimento nasal, tosse crônica, bronquite entre outras.
Combate doenças cardiovasculares
Comer kiwi todas as manhãs tem o mesmo efeito da aspirina para a saúde do coração, mas sem os efeitos secundários, tais como inflamação e sangramento no intestino trato, de acordo com um estudo realizado na Universidade de Oslo, na Noruega.
As pessoas que ingeriram 2 a 3 kiwis por dia durante 28 dias reduziram em 18% os riscos de formação de coágulos no sangue e 15% os níveis de triglicérides.
Desta forma se previne o acúmulo de depósitos e placas nas paredes arteriais que consequentemente podem levar a doenças cardiovasculares.

Como consumir o kiwi?

Como você viu, não são poucos os benefícios dessa fruta. E as formas de consumi-la também são bem variadas. Com o kiwi podemos fazer o suco, colocá-lo em saladas de frutas, fazer sobremesas, incluí-la junto a cereias integrais no café da manhã.
Além disso é uma fruta com muitas poucas calorias e muito nutritiva, sendo portanto um lanche perfeito para se comer a qualquer hora do dia.

Suco diurético e desintoxicante de kiwi

Ingredientes:
- 3 kiwis
- 250 ml água
- 3 colheres (sopa) de limão
- açúcar ou adoçante a gosto
Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador e sirva.

Mousse light de kiwi

Ingredientes:
- 250 g de kiwis descascados e picados
- 1 ½ colheres (sopa) rasas de adoçante dietético (para culinária, com o mesmo volume do açúcar).
- ¾ xícara (chá) de água quente
- 1 colher (sopa) rasa de gelatina light sabor morango
- ½ xícara (chá) de creme de leite light
- 2 claras batidas em neve
Modo de preparo:
Bata os Kiwis com o adoçante no liquidificador e reserve.
Dissolva a gelatina na água quente e deixe esfriar. Misture a polpa dos kiwis, a gelatina e o creme de leite light. Incorpore claras em neve. Coloque em taças e leve à geladeira por aproximadamente 2 horas.

Diferença entre alimentos estragados e contaminados | Dicas de Nutrição

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Dieta e Depressão | Dicas de Nutrição

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domingo, 6 de maio de 2012


Novo teste genético promete indicar dieta personalizada

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Um teste genético lançado há três semanas no Brasil promete indicar o "mapa da mina" de cada pessoa e oferecer orientações personalizadas de dieta e exercícios.
A proposta do exame genético Pathway Fit, lançado há dois anos nos EUA, é avaliar mais de cem genes para sugerir dicas de nutrição e exercícios que possam ser mais benéficos para cada um.
Os resultados podem indicar quatro tipos de dieta (mediterrânea, com pouca gordura, com pouco carboidrato e balanceada) e dizer se a pessoa tem tendência a recuperar os quilos já eliminados.
O teste também pode dizer se o paciente tem deficiência de vitaminas e se ele se beneficiaria mais de exercícios de resistência ou de força, entre muitos outros resultados.
"É como um GPS próprio do paciente, que vai direto ao ponto", compara o endocrinologista Tércio Rocha, que já começou a prescrever o teste para seus pacientes.
"Até existir o Pathway, os médicos indicavam a dieta meio no escuro. E a genética explica por que algumas pessoas respondem a certas dietas e outras, não. Agora, podemos saber quais alimentos aceleram ou diminuem o metabolismo de cada um."
O exame está disponível no laboratório Sérgio Franco, da rede Dasa, no Rio. Deve ser oferecido também em São Paulo, mas ainda não há previsão de data.
Aqui o exame recebeu o longo nome de "perfil genômico para condicionamento e preparação física". Segundo Rocha, custa cerca R$ 950.
De acordo com Monica Freire, diretora médica dos laboratórios Dasa, o teste ajuda os médicos a tratar seus pacientes.
Ela afirma que o exame é baseado em estudos que mostram que pessoas com determinados genes respondem melhor ou pior a determinadas ações ou dietas.
E reforça que não se trata de um teste "cosmético", que qualquer pessoa poderia fazer apenas para emagrecer.
"Tudo é personalizado a partir do que o paciente quer. E são necessárias solicitação e interpretação médicas."
O ator Jayme Periard, 50, recebeu a recomendação de seu médico para fazer o teste. "Meu corpo é minha ferramenta de trabalho. Não busco só o emagrecimento, mas saúde em geral. No teatro, é preciso uma boa condição física", afirma ele, que recentemente atuou na novela do SBT "Amor e Revolução".
"Essa espécie de raio-X pode fazer com a gente tenha mais saúde para aproveitar a vida de forma mais intensa", diz o ator, que ainda não recebeu seu "perfil" genético.
DÚVIDAS
Segundo o cientista Stevens Rehen, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, é inevitável que testes como esse comecem a ser cada vez mais comercializados -já há diversos exames que mapeiam o risco de doenças genéticas, como cânceres hereditários.
"A base teórica parece ser sólida, mas é difícil dizer até que ponto o teste consegue predizer o que promete."
Ele diz ainda que só com o tempo e com a análise populacional de quem fez o teste será possível ver se houve impacto na qualidade de vida.
Ele faz outra ressalva: o exame foi baseado em estudos com populações brancas e, segundo o site do teste, "há fatores genéticos e não genéticos em diferentes etnias que podem produzir diferentes resultados em populações não caucasianas".
Rehen questiona a eficácia do exame em uma população diversificada. "No Brasil, as pessoas terão que ser bem informadas sobre a variação."
Freire lembra que estamos expostos a fatores ambientais que podem mudar o que está determinado pela genética. "Não há 100% de certeza."

RETARDAR ENVELHECIMENTO



Comer menos, dizem os cientistas, faz você viver mais. E melhor?
Para manter a saúde e retardar os efeitos do passar dos anos no corpo é preciso até consumir algumas calorias extras -desde que vindas dos alimentos certos e com novos arranjos nas proporções de cada grupo de nutrientes conforme a fase da vida, segundo a médica.
Sua teoria é a de que, a partir da pré-menopausa ou da andropausa, época em que começa o declínio hormonal na mulher e no homem, respectivamente, é preciso comer mais gorduras "boas".
Ela propõe uma mudança na tradicional pirâmide alimentar, que indica as proporções de consumo diário para cada grupo de nutrientes.
Editoria de Arte/Folhapress
No esquema tradicional, as gorduras ficam no topo da pirâmide: significa que devem ser ingeridas nas menores quantidades diárias. Aun defende que, ao envelhecer, a pessoa mude essa proporção.
"Gorduras boas, especialmente as ricas em ômega 3, facilitam a fabricação e o transporte de hormônios, sem causar inflamação", diz.
OUTRO LADO
A ação anti-inflamatória do ômega 3 já foi comprovada. E as gorduras são mesmo importantes para o trabalho hormonal. Mas os argumentos não são suficientes para aumentar o consumo do nutriente, na opinião do cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia.
"As gorduras não podem passar de 35% do total de alimentos consumidos ao dia. Demais, até mesmo gordura boa faz mal."
O problema, segundo o cardiologista, é que o nutriente altamente calórico (um grama tem nove calorias) aumenta também gordurinhas que ninguém considera do bem, como aquelas ao redor da cintura.
As consequências não são só estéticas: os pneuzinhos também aumentam o risco de doenças cardiovasculares.
ANTIOXIDANTES
Outro ponto da dieta antienvelhecimento proposta por Aun é aumentar a reserva de antioxidantes, substâncias que combatem os radicais livres, moléculas relacionadas aos processos degenerativos do organismo.
Para melhorar o aproveitamento dos antioxidantes fornecidos pelos alimentos, a médica sugere que eles sejam consumidos em forma líquida pelas pessoas mais velhas.
A ideia é facilitar o trabalho de digestão. "Todo processo metabólico, como o digestivo, gera um 'lixo' celular, fonte de radicais livres. Se economizamos nesse processo, sobra energia e nutrientes para músculos, pele e órgãos funcionarem melhor."
Mas também não dá para levar muito ao pé da letra essa dieta líquida.
Em alguns casos pode ser bom, mas não é fundamental para garantir a absorção das substâncias que a pessoa precisa, segundo a bioquímica e nutricionista Lucyana Kalluf, do Instituto de Prevenção Personalizada, de São Paulo.
"O melhor é fazer um 'bem-bolado' de líquidos e sólidos, de alimentos que ajudam na regulagem hormonal e de antioxidantes", diz Kalluf.
E lembrar que, para envelhecer bem, o corpo não quer só comida. "Não adianta comer tudo certinho se você vive estressado ou deprimido", diz Aun, que também colocou a atividade física e a meditação em sua pirâmide.