terça-feira, 20 de setembro de 2011

Alimentação x acne: mitos e verdades

O mercado da beleza é cada vez mais exigente e muitas pessoas buscam soluções para mudar aquilo que as incomoda. Um dos problemas que mais afeta as pessoas, devido à sua visibilidade, é o aparecimento da acne, que ocorre quando as glândulas sebáceas secretam gordura para criar um manto protetor para a pele. Quando há um excesso na produção dessa gordura, o poro por onde ela deveria chegar à camada externa da pele se rompe e o que fica retido acaba inflamando. Sua causa pode ser hormonal, nutricional, genética e, até mesmo, alérgica.

A grande maioria das pessoas que têm acne possui uma maior resistência à insulina, que provoca, consequentemente, uma hiperinsulinemia. Esta, por sua vez, estimula a produção de testosterona e o aumento da produção de queratina no folículo. Essa resistência à insulina faz com que ocorra uma mudança no perfil lipídico, fazendo com que folículo inflame.

Atualmente estudos mostram que a alimentação influencia diretamente no aparecimento da acne, principalmente se o indivíduo possui tendência às mesmas. Alimentos com muita gordura, iodo, vitamina B12 e óleo de coco podem ser um dos contribuintes para este surgimento.

A baixa ingestão de alimentos fontes de ácidos graxos ômega-3 também está relacionada com o surgimento da acne. O excesso de ômega-6 estimula a produção de prostaglandinas inflamatórias e eicosanoides pró-inflamatórios. Já o ômega-3, que é menos consumido pela maioria da população, atua na liberação de prostaglandina, que são anti-inflamatórias. Sendo assim, o equilíbrio entre ômega-3 e ômega-6 na dieta é importante na prevenção e tratamento da acne. O leite, que é visto por muitos como um vilão, pode em alguns casos exercer uma associação com acne, pois pode ser alergênico.

Um dos grandes erros ocorre quando há suplementação sem orientação de um profissional. Essa falta de orientação pode agravar o caso da acne e acarretar sérios danos a saúde, quando suplementos estimulantes de IGF-1, como o whey protein, são consumidos sem o devido acompanhamento.

Alguns micronutrientes e vitaminas podem ajudar no tratamento da acne. São eles:

Zinco: mineral antioxidante. O consumo adequado combate os radicais livres, além de auxiliar o sistema imunológico. Pode ser encontrado em ostras, carnes, na aveia, amêndoas e amendoins, castanha de caju e castanha do Pará, nozes, tâmaras, uvas passas, no feijão, no brócolis, em pimentões, lentilhas, frutas como ameixa seca, abacaxi e em condimentos como a salsa. Sua recomendação é de cerca de 15 a 30 mg/dia.

Selênio: pode prevenir doenças crônicas, como câncer e as cardiopatas. É encontrado em lentilhas, castanhas do Pará, arroz integral, gérmen de trigo, cereais integrais, pepino, repolho e no alho. A recomendação para adultos é de 70µmg para homens e 55µmg para mulheres.

Vitamina E: também é um antioxidante que ajuda na prevenção do envelhecimento precoce, combatendo os radicais livres, oferecendo uma melhoria tanto para pele como para doenças degenerativas, cardiovasculares, diabetes e infecções. Sua ingestão deve ser cerca de 15mg/dia. Pode ser encontrada em óleos vegetais, ovo e fígado.

Magnésio: sua deficiência aumenta a produção de proteínas que agem diretamente na inflamação. Está presente nos frutos secos, hortaliças e legumes, como o espinafre, couve, agrião e em frutas, como banana, laranja, pêra, uva, nas leguminosas, soja, sementes, arroz integral e no farelo de arroz. Sua ingestão varia entre 280 a 350mg/dia.

Cobre: que participa do processo relacionado à imunidade, onde há uma diminuição de citosina antiinflamatória, que ajuda na formação do sistema imunológico. Pode ser encontrado no cacau, farinha de soja, lentilha, aveia, amêndoa, fígado, frutos do mar, castanhas e gelatinas. Seu consumo deve ser de 1,5 a 2mg/dia.

Em meio a tantas tentativas, muitos conselhos caseiros podem agravar e comprometer o estado da pele de um indivíduo que sofre com a acne. Por isso é necessário ter um acompanhamento de um profissional e consumir alimentos saudáveis, como frutas e hortaliças em geral, para assim adquirir hábitos mais saudáveis e viver melhor. A ingestão adequada de todos os minerais deve fazer parte da rotina diária em conjunto com uma alimentação variada e de qualidade. Lembre-se sempre que é fundamental o adequado consumo de água, ter uma dieta rica em ômega-3 e pobre em gorduras trans, evitando o consumo de carboidratos refinados e com alto índice glicêmico (IG), aumentar o consumo de bebidas anti-inflamatórias, como sucos de uva ausente de açúcar, suco rico em flavonoides, encontrado em frutas e vegetais com propriedadeas antiinflamatória e antioxidantes, como o chá branco e o chá verde e consumir alimentos ricos em flavonoides e carotenoides, encontrados em frutas vermelhas, alaranjadas e amarelas.

Seguindo todas essas dicas, os transtornos relacionados à acne poderão ser amenizados e você poderá usufruir de uma pele mais bonita e saudável.

Alimentação colorida

Os hábitos alimentares de uma população são influenciados por diversos fatores: culturais, econômicos, religiosos e até mesmo por escolhas do próprio indivíduo. Mas é de conhecimento de grande parte das pessoas, que uma alimentação correta requer escolhas corretas. É necessário que uma dieta seja constituída de todas as classes alimentares: carboidratos, proteínas e lipídeos. Porém, é primordial uma alimentação diversificada, quanto mais colorida, mais nutritiva e completa será a refeição.

A coloração dos alimentos é determinada pela presença dos pigmentos. Estas substâncias além de colorir, desempenham diariamente papéis importantes na prevenção e na proteção do organismo contra diversas doenças infecciosas. Cada cor dos alimentos fornece ao corpo certos nutrientes e fotoquímicos que exercem benefícios e previnem doenças.

Alimentos como arroz, feijão, ovos, fibras, farelos, frutas, legumes, verduras e sementes, são alimentos saborosos, saudáveis e repletos de nutrientes vitais para as células do nosso corpo. Os vegetais são essenciais por serem sempre muito coloridos e compostos de grandes quantidades de vitaminas e minerais. Uma dieta colorida tem o poder de influenciar até mesmo no estado de humor.

Para aqueles adeptos ao emagrecimento a qualquer custo, uma dica é ter uma dieta bastante colorida e com uma boa combinação dos nutrientes. Desta maneira é possível emagrecer com saúde.

O Ministério da Saúde recomenda sempre uma alimentação colorida. Devemos variar os alimentos, no entanto, é necessário saber combiná-los. Os alimentos apresentam cores variadas, como: verde, roxo, laranja, amarelo, branco, marrom entre outras, e cada uma exerce importante função no organismo.

Alimentos de coloração branca são benéficos para a saúde do coração, pois ajudam a controlar o colesterol. Apresentam vitaminas do complexo B e flavonoides.


Alimentos de cor laranja, como a abóbora e a cenoura, são antioxidantes, estimulam a inteligência e a vitalidade, além de terem vitamina A, B e C na composição. Quando consumidos diariamente fornecem uma injeção de energia.


Alimentos de cores roxa são ricos em antioxidantes e antocianina, que ajudam a combater o envelhecimento e neutralizam as substâncias cancerígenas. Podem ser encontrados em alimentos como: uva, ameixa, figo, jabuticaba, beterraba, berinjela entre outros.


Os alimentos de cor verde proporcionam uma dieta mais saudável. Deixam as pessoas mais relaxadas e de bem com a vida. Sao ricos em vitamina C, potássio e proteínas, além de serem ótima fonte de antioxidante. O consumo de alimentos como a alface, o brócolis, chuchu e abacate oferecem estes benefícios.

Já os alimentos que apresentam coloração vermelha, melhoram a pressão sanguínea e a respiração. Alimentos como o morango, framboesa, pimentões vermelhos, vinho tinto, acerola, melancia, goiaba e tomate, apresentam essa coloraçao, por terem em sua composiçao o licopeno, além de fornecerem vitamina C.


Os alimentos de cor marrom carregam grande quantidade de fibras e vitaminas dos complexos B e E, que resultam em uma melhora no funcionamento do intestino. Reduzem a ansiedade, depressão e previnem doenças cardiovasculares. Alimentos como as nozes, aveia, castanhas e cereais integrais, carregam grande aporte dessas substâncias.


Os alimentos de cor amarela sao ótimos para proporcionar ânimo. Apresentam em sua composição carboidratos, potássio, magnésio e ferro. Consumir banana, abacaxi, milho entre outros, pode ajudar a recuperar as forças.


Para obter resultado positivo é necessário consumir diariamente esses alimentos, diversificando na escolha de suas cores. Não é de imediato que se tem a resposta do corpo. É em longo prazo que você verá o resultado. Consulte um profissional nutricionista sempre que necessário, pois somente ele poderá lhe orientar corretamente em uma dieta adequada. Lembre-se sempre que o padrão de funcionamento do seu corpo será determinado

sábado, 17 de setembro de 2011

Alimentos que fazem bem ao cérebro





Conheça agora os principais alimentos que garantem a saúde do seu cérebro, e por que eles são importantes para estar no prato.

Aveia - Traz energia para o cérebro, é fonte de vitaminas do complexo B que auxiliam na regulação da transmissão de informações entre os neurônios.

Azeite de sacha inchi, linhaça, óleo de peixe - Fontes de ômega 3, que promove a neurogênese (formação de novos neurônios e protege os neurônios já existentes). 
Brócolis e espinafre - Excelentes fontes de ácido fólico, responsável pela formação do sistema nervoso dos bebês. Além disso, contribui para um bom desempenho cognitivo e auxilia na comunicação entre as células nervosas.

Cacau - Rico em flavonóides que protegem a parede dos vasos sangüíneos e garantem um excelente fluxo sangüíneo para o cérebro. Auxilia ainda na prevenção de derrames.

Chá verde - As catequinas, presentes neste chá, possuem ação neuroprotetora, diminuem danos neurológicos e a perda de memória associada.

Clorofila - Fonte de nutrientes que auxiliam na eliminação de toxinas do organismo. Aumenta a atividade cerebral.

Cúrcuma - Possui ação antioxidante, auxilia na prevenção de doenças neuro-degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.  
Lecitina de soja - Fonte de colina, contribui para a neurogênese, que é a formação de neurônios. Possui também fosfolipídeos, sendo o fósforo um importante mineral para a memória. O consumo de alimentos que contêm colina durante a gravidez e na fase de aleitamento influi beneficamente no desenvolvimento cerebral da criança.

Oleaginosas (nozes e amêndoas) - Contém grandes quantidades de ácidos graxos insaturados, que garantem um bom funcionamento cerebral, já que compõem a membrana das células nervosas e potencializam a transmissão de mensagens entre elas.

Suco de uva, suco de cranberry, amora e açaí
- Fontes de antocianina um fitoquímico de ação antioxidante que combate os radicais livres, responsáveis por causar danos às células.

Lembre-se de alimentar o seu cérebro: um cardápio variado e bem colorido é fundamental!

ENTENDENDO DE COLESTEROL

O colesterol faz parte da membrana das células, está envolvido na síntese de hormônios e da bile. Por isso, é normal ter colesterol. Entretanto, quando a quantidade no sangue está elevada, passa a ser um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares como, por exemplo, angina, ataque cardíaco, derrame, aterosclerose. Ser um fator de risco não significa que quem está com colesterol alto vai ter algum problema nas artérias ou no coração, mas a probabilidade de isso vir a ocorrer aumenta. Assim, é necessário mudar alguns aspectos relacionados ao estilo de vida para que os níveis de colesterol no sangue diminuam.

De onde vem o colesterol do sangue? O colesterol encontrado no sangue vem de duas fontes.

A primeira fonte é o colesterol produzido no fígado. Cerca de 75% do colesterol encontrado no sangue tem como origem o fígado.



A segunda fonte é o alimento. O colesterol é uma gordura encontrada somente nos alimentos de origem animal. Portanto, alimentos de origem vegetal não apresentam colesterol, mesmo que sejam óleos (de soja, milho, canola, girassol, azeite) ou cremes vegetais. Os outros 25% restante do colesterol sangüíneo são obtidos dos alimentos.

O que é colesterol bom e colesterol ruim?O colesterol não percorre o nosso sangue sozinho, pois por ser uma gordura, não é solúvel no sangue. Ele sempre está acompanhado das chamadas lipoproteínas, entre as principais, as que chamamos de colesterol ruim e colesterol bom.

- LDL-colesterol: chamada também de colesterol ruim. Ela transporta cerca de 70% do colesterol encontrado no sangue. Devido à suas características, a LDL-colesterol em excesso se deposita na parede dos vasos sanguíneos, formando placas de gorduras. Essas placas impedem a passagem de sangue e modificam as paredes dos vasos, levando ao desenvolvimento das doenças coronarianas. Por isso, o desejado é que essa lipoproteína esteja presente em pequenas quantidades no sangue. O nível de LDL-colesterol sangüíneo tido como ótimo é menor do que 100 mg/dL.

- HDL-colesterol: é o conhecido colesterol bom. A fama vem da sua função de retirar o colesterol ligado à LDL do sangue e levá-lo ao fígado para ser metabolizado. A HDL faz uma faxina, retirando o que é ruim do sangue. Por isso, quanto maior o nível de HDL no sangue, melhor. Nível elevado de colesterol bom é um fator de proteção e, por isso, não está relacionado com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. É desejado taxa de HDL-colesterol maior ou igual a 60 mg/dL.

Triglicérides: mais uma gordura que merece destaque:
Os triglicérides são um tipo de gordura que estão relacionados com o aumento do colesterol ruim (LDL-colesterol). Por isso, muitas pessoas que estão com a taxa de triglicérides elevada, também possuem taxa de colesterol alta.

O excesso de triglicérides no sangue, normalmente, é acompanhado de sobrepeso ou obesidade, vida sedentária, alta ingestão de bebidas alcoólicas e uma alimentação rica em carboidratos. O excesso de calorias, álcool e açúcar no sangue são convertidos em triglicérides. Por isso, uma dieta controlada em carboidratos, restrita em gorduras ruins, o combate ao excesso de peso e aumento da atividade física devem ser incentivados. A taxa de triglicérides normal no sangue é a quantidade menor do que 150 mg/dL.

O que pode ser feito?
Alguns fatores relacionados com o colesterol elevado são totalmente modificáveis. São eles:
- Alimentação
- Peso corporal: quem está com sobrepeso ou obesidade deve fazer uma alimentação com restrição de calorias para atingir o peso adequado.


- Atividade física: combate do sedentarismo. O aumento da atividade física, além de estar relacionado com a diminuição do colesterol ruim (LDL-colesterol), também ajuda no controle do peso.

Como deve ser a alimentação?A principal característica da alimentação de quem está com o colesterol elevado é:
- Colesterol: deve estar presente na quantidade menor a 300 mg por dia. Se há a presença de histórico de doença cardiovascular, esse valor desce para 200 mg por dia.
- Gorduras saturadas: deve estar presente na quantidade máxima de 7% do valor calórico da alimentação.
- Gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas: deve compor 20% do valor calórico da dieta.
- Fibras: 25 a 30 gramas por dia

Colocando em prática, isso significa:
- Evite alimentos ricos em gordura animal. Eles são as principais fontes de gordura saturada e colesterol. Por isso, evite carnes gordas rica em gorduras visíveis e descarte a pele dos frangos.
- Prefira peixe e carnes magras.
- Restrinja a mortadela, o salame, o presunto, lingüiça, salsicha.
- Dê preferência aos leites desnatados. Um copo (200 mL) de leite integral apresenta 18 mg de colesterol. A mesma quantidade de leite desnatado contém 6 mg.
- Derivados de leite: iogurtes sempre os light, diet ou desnatados. Os queijos com menor quantidade de gordura e colesterol são a ricota e o cottage. Há no mercado queijos frescal light que também podem ser utilizados.
- Evite os queijos ricos em gorduras como o prato, mussarela, parmesão, catupiry, gorgonzola.
- Há alimentos que escondem a gordura saturada e o colesterol: Bolos, sorvetes, tortas e doces, normalmente, contêm manteiga, o mesmo ocorre com o creme vegetal, leite integral, leite condensado, creme de leite e gema de ovo. Portanto, devem ser evitados.
- Evite as frituras. Os óleos vegetais não apresentam colesterol. As frituras apresentam elavada quantidade calórica e quem precisa controlar o peso deve evitá-las.
- Frutas: pelo menos, duas vezes ao dia.
- Legumes e verduras: todos os dias devem ser ingeridas.
- Dê preferência aos cereais integrais (arroz, aveia, trigo, pão). Evite os refinados.

Como tratar?Mudanças na alimentação, controle do peso e combate ao sedentarismo são suficientes para que o colesterol volte aos níveis normais ou desejados para a maioria das pessoas que apresentam taxas elevadas. Entretanto, algumas pessoas podem ter a necessidade do uso de medicação. Somente o médico de confiança é capaz de avaliar a necessidade do medicamento, qual deve ser utilizado e a dose adequada.

Abaixo, verifique os valores das taxas sangüíneas de colesterol total, LDL-colesterol, HDL-colesterol e triglicérides.

Taxa sangüínea de colesterol total Desejada: menor de 200 mg/dL
Limite: de 200 a 239 mg/dL
Elevado: 240 mg/dL ou mais

Taxa de LDL-colesterol (colesterol ruim)
Ótimo: menor do que 100 mg/dL
Próximo do ótimo: de 100 a 129 mg/dL
Limite: de 130 a 159 mg/dL
Alto: de 160 a 189 mg/dL
Muito alto: 190 mg/dL ou mais

Taxa de HDL-colesterol
Desejável: 60 mg/dL ou mais

Taxa de triglicérides
Normal: menor de 150 mg/dL
Limite: 150 a 199 mg/dL
Alto: 200 a 499 mg/dL
Muito alto: 500 mg/dL ou mais 

Aprenda a fazer um sanduíche saudável


pão integral - foto Getty Images


Escolha o carboidrato ideal

A escolha do pão do sanduíche causa confusão. São diversas as opções do mercado. Existem os pães de linhaça, cevada, grãos variados, aveia, cenoura e também o preto e o integral. Essas são as opções menos calóricas e mais nutritivas para você optar.

Evite: os pães brancos em geral, pois a receita deles contém açúcar que eleva os níveis de glicose no sangue rapidamente. Além disso, esses pães não geram saciedade tanto quanto os integrais e de grãos, ricos em fibras.

atum - foto Getty Images
Prefira a proteína magra!
Sanduíches com atum light são uma das melhores opções. O peito de frango grelhado (sem a pele!) vem em seguida. Depois, rosbife e carne bovina ou suína. Evite: os embutidos em geral, como presuntos e salames. Eles têm muitas calorias, gordura e uma quantidade de sódio considerável que causa a sensação de estufamento, pois o sal retém líquidos.  

queijo cottage - foto Getty ImagesE o queijo, é permitido?Os queijos menos calóricos são a ricota e o cottage. É importante tomar cuidado com o queijo de minas (branco), opte pela versão light. A mussarela de búfala também pode prejudicar a perda de peso. "Os queijos amarelos como parmesão, prato, mussarela, cheddar são os mais comuns e que contém maior quantidade de gorduras e, consequentemente, de calorias".
Dica: A palavra-chave na hora de rechear o seu sanduíche é "moderação". Se você não quiser trocar o seu queijo preferido por uma versão menos calórica e gordurosa, lembre-se de usar uma pequena quantidade só para matar o desejo.

sanduíche - foto Getty ImagesA cilada do sanduíche "natural" Muitos sanduíches que se autodenominam "naturais" contém uma significativa quantidade de molho, na maioria das vezes, feitos com maionese e muita gordura. "Hoje já existem diversos molhos prontos disponíveis para consumo. É importante o consumidor ler o rótulo e compará-lo com outros molhos, verificando a quantidade de gorduras e calorias do produto e, assim, poder fazer a melhor opção.

Molhos à base de iogurtes e com ervas são os mais indicados." Dê preferência aos molhos feitos em casa com ingredientes mais saudáveis. Por mais "light" que seja o molho de supermercado, muitas vezes contêm conservantes que não são tão saudáveis e deveriam ser evitados.


sanduíche - foto Getty Images
Abuse da saladinha!
A melhor estratégia para deixar um sanduíche mais gostoso, nutritivo e menos calórico é investindo na saladinha. Folha verdes como alface, rúcula, acelga, espinafre e legumes, como tomate, cenoura, beterraba, pimentão e palmito, preenchem seu sanduíche, dando um aspecto robusto ao lanche e, ao mesmo tempo, promovem uma maior saciedade. 

Só de vez em quando!É só ver um sanduíche com aparência mais leve que muita gente não pensa duas vezes em substituir uma refeição pelo lanche prático na esperança de estar fazendo uma troca saudável. De acordo com a nutricionista não é indicada a substituição de uma refeição tradicional por um sanduíche. Não há problemas em fazer isso uma vez ou outra, mas tornar a medida um hábito é prejudicial. 

sábado, 10 de setembro de 2011

Alimento orgânico





"O alimento orgânico é livre de agrotóxicos ou qualquer produto que possa vir a causar algum dano à saúde das pessoas."
Para se ter uma idéia, se uma pessoa viver 70 anos, ela consumirá cerca de 25 toneladas de alimentos. A maioria deles tem quantidades pequenas de agrotóxicos. Mas de pouco em pouco, a quantidade de resíduos químicos pode fazer mal ao nosso organismo.

Não existem sintomas que caracterizem uma intoxicação alimentar ocasionada por contaminação agrotóxica, até porque cada tipo de pessoa responde de uma maneira, mas alguns sintomas, como depressão e distúrbios digestivos, muitas vezes são relacionados com intoxicação alimentar. Os indivíduos que consomem alimentos com resíduos químicos têm a médio em longo prazo maior incidência de problemas hepáticos e distúrbios do sistema nervoso central. 
 
 
Alimento orgânico

O alimento orgânico é livre de agrotóxicos ou qualquer produto que possa vir a causar algum dano à saúde das pessoas como antibióticos, anabolizantes, hormônios e outras práticas que em longo prazo vão diminuindo nossa capacidade de defesa. Sua produção também é diferenciada.

Os produtores utilizam técnicas que respeitam o meio ambiente, visando à qualidade do alimento e não necessariamente a quantidade. Os estudos sobre a diferença na qualidade nutricional entre orgânicos e inorgânicos ainda estão em estágios iniciais e não são conclusivos, mas podemos argumentar de forma afirmativa que uma alimentação orgânica traz benefícios à saúde, pois não contém aditivos químicos, o que por si só já é uma grande vantagem. 
A alimentação saudável, com alimentos naturais, orgânicos, não só previne, como é um poderoso recurso na manutenção da saúde. Um organismo quando está equilibrado, dificilmente adoece. Fique atento ao selo de qualidade destes alimentos, porque esse é um indicativo de que foram produzidos de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. 

8 dicas para evitar e controlar a hipertensão

 
Controlar a hipertensão com remédios é rotina na vida de um quarto dos brasileiros. A doença, que sobrecarrega o coração, é crônica e pode causar sérios problemas para visão, rins e cérebro, além de ser causadora de infarto do miocárdio. No entanto, pequenas atitudes podem evitar o quadro ou ajudar no controle dele.

1. Verifique a pressão arterial mensalmente
De acordo com o especialista, mesmo quem não sofre com a doença precisa ficar atento e medir a pressão ao menos uma vez por ano. "Cerca de 25% da população adulta é composta por hipertensos, mas a maioria deles nem desconfia disso e ignora os cuidados, podendo sofrer com problemas mais sérios no futuro", diz o médico. Não vale, entretanto, medir a pressão de qualquer jeito:

- Repouse 15 minutos antes, em um lugar tranquilo
- Caso tenha fumado, aguarde 30 minutos
- Não fale durante o procedimento
- Permaneça deitado ou sentado durante o processo
- Esvazie a bexiga
- Após exercícios físicos, aguarde 30 minutos
- Não tome café 20 minutos antes da medição

2. Evite o excesso de peso
A grande quantidade de gordura corporal também afeta o aumento da pressão arterial. Acabar com o excesso de peso é uma ótima sugestão para quem não deseja encarar riscos.

"É como se o coração fosse obrigado a aumentar a força para bombear o sangue em direção aos outros órgãos. Quando o peso diminui, muitas vezes, também reduzimos a dose dos medicamentos", afirma o cardiologista.

3. Mantenha uma alimentação saudável
Há uma gama de alimentos que podem desencadear ou agravar a doença. "O excesso de sal e de gorduras saturadas, assim como a ingestão de gorduras trans são amigos da hipertensão. Evitá-los é fundamental para manter a doença longe e ou para controlá-la", ressalta o médico.

4. Reduza o consumo de bebidas alcoólicas
Segundo o especialista, consumir bebidas alcoólicas de forma moderada não é prejudicial para a pressão arterial, mas exagerar na dose pode causar estragos. "O consumo excessivo de álcool compromete todo o organismo, inclusive a pressão arterial", adverte o médico.

5. Acalme os nervos
De forma isolada, o estresse não é capaz de causar a hipertensão, mas quando combinado com outros fatores de risco pode agravar o quadro. "Ao buscar alternativas para viver de maneira mais tranquila, o coração tende a trabalhar melhor e as doses dos medicamentos podem até diminuir", esclarece o cardiologista.

6. Abaixo a fumaça
O cigarro deve ser mantido apagado - e bem longe - se o desejo é permanecer distante dos riscos da hipertensão. O fumo é um dos principais fatores de risco para doença arterial coronariana. "As substâncias tóxicas do cigarro provocam o enrijecimento das artérias, fato que compromete a passagem de fluxo sanguíneo e faz a pressão subir". 

 

7. Não tome medicamentos sem prescrição médica
Nada de se automedicar e correr riscos. Os remédios de hipertensão devem ser prescritos após uma série de exames. "Cada pessoa apresenta um nível diferente de elevação da pressão arterial. Por isso, é importante ressaltar que o uso indevido desses medicamentos pode contribuir até para a piora do quadro. O remédio que funciona para um amigo, certamente não funcionará para você", alerta o especialista.

8. Hora de mexer o corpo
Pessoas sedentárias têm cinco vezes mais chance de desenvolver hipertensão arterial do que indivíduos fisicamente ativos.  Explica o motivo: "A prática regular de exercícios ajuda no controle dos níveis da pressão arterial, porque melhora o condicionamento físico do coração, fazendo com que ele não fique sobrecarregado".