terça-feira, 22 de março de 2011

ALIMENTOS FUNCIONAIS


Os probióticos são microrganismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde do hospedeiro (SANDERS, 2003).
De acordo com Hasler (2001) os probióticos são definidos como "micróbios vivos ingeridos como suplementos que afetam de maneira benéfica o animal hospedeiro por melhorar seu equilíbrio microbial intestinal".
Dentre os diversos gêneros que integram este grupo, destacam-se o Bifidobacterium e o Lactobacillus, e, em particular, a espécie Lactobacillus acidophilus.
Segundo Anjo (2004) probióticos são suplementos alimentares que contêm bifidobactérias ou bactérias benéficas para a melhora do balanço intestinal através da colonização do intestino por outras espécies, do controle do colesterol, das diarréias e da redução do risco do desenvolvimento de câncer.
São características desejáveis dos probióticos o fato de serem habitantes normais do organismo que se reproduzem rapidamente, sintetizando substâncias antimicrobianas e resistindo ao tempo entre a fabricação, comercialização e ingestão do produto, devendo atingir o intestino ainda vivo (ANJO, 2004).
A influência benéfica dos probióticos sobre a microbiota intestinal humana inclui fatores como efeitos antagônicos, imunológicos e competição, resultando em um aumento da resistência contra patógenos. Assim, a utilização dessas culturas estimula a multiplicação de bactérias benéficas, em detrimento à proliferação de bactérias potencialmente prejudiciais, reforçando os mecanismos naturais de defesa do hospedeiro (SAAD, 2006).
É provável que o efeito benéfico dos probióticos na modulação de reações alérgicas seja exercido através do desenvolvimento da função de barreira da mucosa. Outra possibilidade é que um estímulo microbiano reduzido durante a primeira infância resulte em maturação mais lenta do sistema imune, tendo em vista o fato de que foi observado que crianças alérgicas eram menos freqüentemente colonizadas por lactobacilos, predominando os coliformes e Staphylococcus aureus. bifidobactérias, que colonizam o cólon em detrimento dos enteropatógenos, podem ligar-se ao carcinógeno final, promovendo sua remoção através das fezes (SAAD, 2006).




Prebióticos são componentes alimentares não digeríveis que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação ou atividade de populações de bactérias desejáveis no cólon. Adicionalmente, o prebiótico pode inibir a multiplicação de patógenos, garantindo benefícios adicionais à saúde do hospedeiro. Esses componentes atuam mais freqüentemente no intestino grosso, embora eles possam ter também algum impacto sobre os microrganismos do intestino delgado (SAAD, 2006).
O prebiótico deve ter como características o fato de não sofrer hidrólise ou absorção no intestino delgado e de alterar a microflora colônica para uma saudável, induzindo efeitos favoráveis a saúde (GIBSON, 1999).
Os prebióticos identificados atualmente são carboidratos não-digeríveis, incluindo a lactulose, a inulina e diversos oligossacarídeos que fornecem carboidratos que as bactérias benéficas do cólon são capazes de fermentar. A inulina e a oligofrutose pertencem a uma classe de carboidratos denominados frutanos e são considerados ingredientes funcionais, uma vez que exercem influência sobre processos fisiológicos e bioquímicos no organismo, resultando em melhoria da saúde e em redução no risco de aparecimento de diversas doenças (SAAD, 2006).
 Fibras

As fibras da dieta estão incluídas na ampla categoria dos carboidratos. Elas podem ser classificadas como solúveis, insolúveis ou mistas, podendo ser fermentáveis ou não-fermentáveis. A nova definição de fibra da dieta sugere a inclusão de oligossacarídeos e de outros carboidratos não-digeríveis. Deste modo, a inulina e a oligofrutose, denominadas de frutanos, são fibras solúveis e fermentáveis, as quais não são digeríveis pela α-amilase e por enzimas hidrolíticas, como a sacarase, a maltase e a isomaltase, na parte superior do trato gastrintestinal (SAAD, 2006).
A fibra dietética é uma substância indisponível como fonte de energia, pois não é passível de hidrólise pelas enzimas do intestino humano e que pode ser fermentada por algumas bactérias. A maior parte das substâncias classificadas como fibras são polissacarídios não amiláceos. As fibras são, portanto, substâncias com alto peso molecular, encontradas nos vegetais, tais como os grãos (arroz, soja, trigo, aveia, feijão, ervilha), em verduras (alface, brócolis, couve, couve-flor, repolho), raízes (cenoura, rabanete) e outras hortaliças (chuchu, vagem, pepino) (MORAES; COLLA, 2006).
As fibras solúveis são as pectinas e hemiceluloses. Estas tendem a formar géis em contato com água, aumentando a viscosidade dos alimentos parcialmente digeridos no estômago. As fibras solúveis diminuem a absorção de ácidos biliares e têm atividades hipocolesterolêmicas. Quanto ao metabolismo lipídico, parecem diminuir os níveis de triglicerídeos, colesterol e reduzir a insulinemia. Uma característica fundamental da fibra solúvel é sua capacidade para ser metabolizada por bactérias, com a posterior produção de gases (flatulência). As fibras insolúveis permanecem intactas através de todo o trato gastrointestinal e compreendem a lignina, a celulose e algumas hemiceluloses. Como funções funcionais da fibra insolúvel estão: a) o incremento do bolo fecal e o estímulo da motilidade intestinal; b) a maior necessidade de mastigação, relevantes na sociedade moderna vítimas da ingestão compulsiva e da obesidade e c) o aumento da excreção de ácidos biliares e propriedades antioxidantes e hipocolesterolêmicas (RODRÍGUEZ; MEGÍAS; BAENA, 2003).

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sintomas de Mal de Parkinson


Os sintomas que caracterizam o Mal de Parkinson são os tremores intensos e a rigidez muscular, porém, a intensidade e a região afetada por eles variam de acordo com o estágio da doença em que o paciente se encontra. São essas:

Fase 1: em sua primeira fase, a doença atinge só um lado do corpo.

Fase 2: atinge os dois lados do corpo, e os sintomas podem aparecer inclusive na região da linha média do corpo (coluna).


Fase 3: aparecem as primeiras alterações no equilíbrio em consequência da rigidez muscular: "o paciente se sente preso em uma armadura dura e pesada. Quando perde o equilíbrio, não tem o apoio dos músculos do corpo, que o evitem de cair. Ele fica preso pela rigidez muscular", explica Cícero.

Fase 4: o paciente passa a necessitar de auxílio para desempenhar atividades simples do dia a dia, como os cuidados pessoais: colocar roupas, pentear os cabelos e tomar banho tornam-se tarefas difíceis.

Fase 5: a intensidade dos tremores e da rigidez muscular impede o paciente de se levantar e até de realizar atividades como comer. Fase 6: nos casos mais graves, pode ocorrer demência. 
Tratamento
Para o neurologista Cícero Coimbra, o tratamento do Mal de Parkinson deve ser multidisciplinar, envolvendo o uso de medicamentos antidepressivos e, principalmente, atividades alternativas (terapia, exercícios e socialização) para estimular o paciente a se livrar do sofrimento. "Temos que tratar a causa do sofrimento, escutar o paciente e saber os reais motivos da dor emocional", explica o medico. 
Três atitudes que podem auxiliar no tratamento da doença
- Nada de ficar recluso. "Quanto mais tempo o paciente se fecha por vergonha dos sintomas, mais deprimido ele ficará, e isso só piora a doença. Por isso, a melhor solução é aceitar o problema e reagir", recomenda o neurologista. Um exemplo de que esta é a melhor fórmula para conviver bem coma o problema é o ator Paulo José, de 68 anos, que mantém sua rotina de trabalho e não dá chance para a doença avançar. Ele conta que até se mostra mais entusiasmado hoje, depois do diagnóstico: "Na hora de trabalhar, não tenho Parkinson?", diz o ator.

- Família, médicos e amigos devem mostrar ao paciente que é possível conviver com a doença. Fazer com que o paciente se sinta útil e ativo o deixará mais estimulado a reagir à doença. "Deixe-o fazer as coisas, ficar o tempo inteiro em cima faz com que se sinta incapaz", recomenda o neurologista.

- Praticar atividades alternativas, como artesanato e pintura, ajuda a amenizar os sintomas e alivia o estresse emocional. "A área do cérebro responsável pela concentração na hora de executar estas atividades é a mesma que provoca os tremores. Se você usa essa área para executar as atividades, diminui a produção dos tremores",

Transforme a dieta no seu remédio para controlar 7 problemas de saúde

Saiba como lidar com colesterol alto, diabetes, gastrite, osteoporose , entre outros males....

Comer mal é um horror: destrói a pele, enfraquece os cabelos, causa mau humor e, claro, descontrole do peso. Mas não é só isso. Uma dieta desequilibrada traz o agravamento de uma série de doenças crônico-degenerativas . A alimentação saudável é uma necessidade vital, atuando como fator preventivo dessas doenças . A seguir a especialista explica a relação entre o que você come e a prevenção de uma série de problemas. Confira!

1. Colesterol elevado Muitos são os fatores que contribuem para o aumento do colesterol, dentre eles os fatores genéticos, a obesidade e falta de atividade física. No entanto, uma dieta inadequada, rica em gorduras saturadas, sobretudo, nos alimentos de origem animal como óleos, carnes gordurosas, leite integral e ovos, constitui, provavelmente, a principal causa. As gorduras como as saturadas e a gordura trans, encontradas, sobretudo em alimentos industrializados na forma de gordura hidrogenada, são as principais responsáveis pelo aumento do colesterol ruim (LDL) podendo ocasionar o aparecimento de doenças cardiovasculares como arteriosclerose .
Uma alimentação balanceada (rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais) é indicada para todos os indivíduos, especialmente para aqueles que pretendem manter as taxas de colesterol no sangue em níveis desejáveis. O ideal é que não haja exageros na quantidade de gorduras consumida e que saibamos escolher as melhores fontes. Para isso, devemos priorizar alimentos que forneçam maior proporção de gorduras do tipo insaturadas, como os de origem vegetal, e evitar alimentos ricos em gordura saturada e colesterol e os que contenham gordura trans.

As pessoas que têm como objetivo diminuir os altos níveis de colesterol sanguíneo devem evitar bacon, chantilly, maionese, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta, vísceras. Por outro lado, frutas, pães integrais, aveia, farelo de aveia, farelo de trigo, cereais integrais, feijões, cevada e vegetais folhosos ajudam a pôr as taxas no lugar. Existem também as gorduras consideradas benéficas, como as gorduras insaturadas, que se subdividem em monoinsaturadas e poliinsaturadas, e que, quando consumidas em quantidades adequadas, podem ajudar a reduzir o colesterol ruim no sangue. Os óleos vegetais (soja, canola, girassol, milho, azeite, etc), sementes oleaginosas (gergelim, linhaça, girassol, abóbora, etc), peixes como salmão, atum, sardinha encaixam-se na lista.

2. Obesidade
A obesidade é uma doença multifatorial, que envolve aspectos demográficos, culturais, comportamentais, biológicos, genéticos e psicológicos. No entanto, atualmente a principal causa da obesidade está no desequilíbrio entre as calorias que são consumidas e as calorias que são gastas. Esse excesso de calorias é depositado no organismo e boa parte deste depósito se faz sob a forma de gordura, quanto mais se deposita maior é o grau da obesidade .
A obesidade pode ser considerada como resultado de uma série de transformações principalmente na alimentação e no nível de atividade física. Pular refeições, comer alimentos ricos em gorduras, consumir alimentos industrializados em excesso e outras atitudes desse tipo diminuem a disponibilidade de nutrientes, que são necessários ao bom funcionamento do organismo. Em meio a tantas facilidades para conseguir comida rápida e industrializada, fica difícil manter uma dieta saudável e recusar as ofertas principalmente dos fast foods. Apesar de algumas redes estarem mudando um pouco a qualidade do alimento oferecido, ainda assim o cardápio permanece rico em gorduras, tornando as refeições hipercalóricas, o que contribui para o surgimento da obesidade e todas as doenças associadas a ela como diabetes, hipertensão e doenças do coração.

A dieta deverá ser adequada principalmente quanto ao teor e tipo de carboidratos e lipídios presentes. A diminuição da quantidade de gorduras da dieta geralmente leva a redução da ingestão da energia total e isso pode provocar perda da gordura corporal e, mais especificamente, redução da gordura visceral.

Entre as principais estratégias para a contenção da epidemia de obesidade incluem-se a promoção de um estilo de vida mais saudável, promovendo maior consumo de frutas e hortaliças, restringindo a ingestão de alimentos de alta densidade energética ou pobres em nutrientes e aumentando o nível e freqüência de atividade física.

Procure evitar alimentos calóricos com alto teor de gorduras como carnes gordurosas: vísceras (fígado, coração, rins) e embutidos (lingüiça, salsicha, mortadela, salame, etc.). Evite consumir frituras e preparações altamente calóricas como a parmegiana e à milanesa. Massas com molhos gordurosos como branco e quatro queijo também devem ser evitados, assim como doces em geral e o álcool.

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3. Gastrite Gastrite é a inflamação aguda ou crônica da mucosa que reveste as paredes internas do estômago. A dor da gastrite pode vir acompanhada de azia ou queimação. A azia pode piorar quando a pessoa se deita depois de uma refeição mais volumosa ou rica em gorduras. De um modo geral, a gastrite tem cura. É importante lembrar que o tratamento médico é fundamental e a alimentação adequada, nos períodos de crise, é uma ótima aliada para reduzir o desconforto apresentado.



Se alimentar em lugares calmos e pausadamente, mastigando bem os alimentos é a solução. Uma alimentação realizada em horários regulares com os alimentos adequados ameniza e muito os sintomas da gastrite .Para controlar a gastrite, a dica é não ficar muito tempo com o estômago vazio. O importante é obedecer aos horários das refeições realizando-as com alimentos leves, de fácil digestão .

Para prevenir ou amenizar os sintomas da doença deve evitar: frituras e alimentos gordurosos; frutas ácidas, como laranja, limão, abacaxi, acerola, maracujá; embutidos, como lingüiça, salsicha, salame; café, chocolate, chá mate e chá preto. Refrigerantes, bebidas alcoólicas e gaseificadas também devem ser evitados, assim como alimentos enlatados e em conserva, temperos, como pimenta, vinagre, picles, molho inglês, mostarda, catchup e doces concentrados (goiabada, marmelada, doce de leite, cocada, compotas).
 O fumo também pode dificultar a cicatrização da mucosa estomacal. Sanduíches e refeições rápidas, todos nós já sabemos, não são a melhor forma de se alimentar. Então sempre que puder, evite-os. Dê preferência ao consumo de carnes magras, verduras e legumes cozidos no vapor, frutas que não sejam ácidas (como banana e mamão), arroz, macarrão, batata cozida, iogurtes, chás de ervas.

4. Osteoporose
A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se pela diminuição da massa óssea desenvolvendo ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade sujeito a fraturas. As mulheres estão, por natureza, mais propensas a vir a sofrer de osteoporose. O risco aumenta na situação pós-menopausa e nos indivíduos sedentários, com alimentação pobre em cálcio, excesso de álcool, café e fumo.

Uma boa alimentação, com calorias adequadas e nutrientes apropriados, é necessária para o bom desenvolvimento de todos os tecidos, inclusive o ósseo. Uma alimentação equilibrada, contendo quantidades suficientes de cálcio, garante uma melhoria na qualidade de vida do individuo e é essencial no tratamento da osteoporose. A fonte de ingestão de cálcio deve, sempre que possível, ser natural, em vez da forma de suplemento medicamentoso. Através de boas fontes alimentares, garante-se além do cálcio os outros elementos que auxiliam em sua absorção.

A principal fonte de cálcio na dieta é o leite e seus derivados contendo, preferencialmente, baixo teor de gordura; entretanto alguns vegetais como espinafre, agrião, brócolis e couve-manteiga são também ricos em cálcio ,. Para que o cálcio seja absorvido adequadamente, nosso organismo precisa de quantidades suficientes de vitamina D. As principais fontes de vitamina D são o próprio leite e produtos lácteos enriquecidos com vitamina D; sardinha, arenque, salmão e atum. A breve exposição diária ao sol também favorece a síntese de vitamina D. Pratique exercícios regularmente. A atividade física estimula os osteoblastos a absorverem mais cálcio .

Ela lembra ainda que o excesso de sal, cafeína, açúcar, gorduras e cigarro aumentam o risco de osteoporose. Evite o consumo de bebidas como (café, álcool, refrigerante, chás mate e preto) em excesso, pois elas diminuem a biodisponibilidade de absorção do cálcio.

5. Hipertensão
A pressão sangüínea é a força que o sangue exerce sobre as paredes dos vasos sangüíneos no momento em que o coração bombeia o sangue para o corpo todo. A pressão alta, também chamada de hipertensão, é perigosa porque aumenta a tensão nos vasos sangüíneos fazendo o coração trabalhar mais, o que contribui para o aumento de acidentes cardiovasculares e outras doenças.

Alguns hábitos alimentares podem aumentar o risco de uma pessoa desenvolver hipertensão arterial, como o consumo excessivo de sal e de bebidas alcoólicas. Outros fatores como a obesidade e o sedentarismo também estão relacionados com o aumento da pressão arterial.

A pressão arterial pode ser controlada por meio de uma alimentação adequada, diminuindo-se a quantidade de sal empregada no preparo dos alimentos, pela prática de exercícios moderados, pela diminuição de peso e também com o consumo de remédios ministrados por médicos , afirma a nutricionista.



Alimentos industrializados, com grande quantidade de conservantes e sódio, devem ser evitados, como embutidos, macarrão instantâneo, alimentos congelados e salgadinhos. Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como alho, salsinha, cebola, orégano, limão ou manjericão. Evite o consumo de temperos industrializados como ketchup, mostarda, molho shoyu e caldos concentrados.

O importante é manter uma alimentação balanceada com baixo teor de sal, incluindo verduras, legumes e frutas na dieta. A dieta do hipertenso também deve conter baixo teor de gordura, principalmente as saturadas e com baixo teor de colesterol. É extremamente importante também que as pessoas com hipertensão reduzam a quantidade de sal na elaboração de refeições e retirem o saleiro da mesa , indica Karina. Prefira também alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados; peixes e aves preparadas sem pele; produtos lácteos desnatados.

6. Diabetes
É uma disfunção do metabolismo decorrente da falta de insulina ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente o seu papel. A insulina é um hormônio produzido no pâncreas que ajuda a glicose presente no sangue a entrar na célula para que assim ela possa fornecer energia ao nosso corpo .

Quando nos alimentamos, o pâncreas produz automaticamente a quantidade certa de insulina necessária para mover a glicose do sangue para as células do corpo. Nas pessoas com diabetes, porém, o pâncreas produz pouca insulina ou então as células não respondem da forma esperada à insulina produzida. Dessa maneira, acontece o acúmulo de glicose no sangue .

Existem dois tipos de diabetes, tipo 1 e tipo 2. O tipo 1 surge quando o corpo deixa de produzir insulina ou produz em uma quantidade muito pequena. Quando isso acontece, é necessário tomar insulina, ter um acompanhamento médico e uma alimentação adaptada , diz a nutricionista. Já o diabetes tipo 2 provoca resistência a insulina, ou seja, as células passam a não responder mais a ação da insulina. Neste caso, é possível prevenir com uma alimentação adequada.

Segundo a especialista, uma alimentação com quantidades excessivas de carboidratos simples, como doces, açúcares, refrigerantes e farinhas pode aumentar o risco de uma pessoa vir a ter diabetes, principalmente se já tiver uma predisposição genética.

O ideal nesses casos é fracionar a alimentação em ao menos seis refeições ao dia, para que sejam evitados os longos períodos de jejum. O consumo de carboidratos de cadeias simples (mel, açúcar refinado, açúcar mascavo, melado, doces em geral, refrigerantes tradicionais e bebidas alcoólicas) deve ser evitado para que a absorção da glicose seja mais lenta. Dê preferência aos alimentos que possuam carboidratos complexos.

Uma alimentação adequada, ou seja, rica em carboidratos complexos e com baixos teores de gordura de origem animal associada a exercício físico e um estilo de vida adequado melhoram consideravelmente a saúde de quem possui predisposição a ter a doença. Os carboidratos complexos estão presentes nas verduras, legumes, cereais integrais como aveia e outros alimentos integrais (pães integrais, massas integrais, arroz integral).

7. Anemia
A hemoglobina é uma proteína presente nos glóbulos vermelhos. A redução na quantidade dessa proteína causa a anemia, que é caracterizada por prejudicar o transporte de oxigênio para os tecidos. Existem vários tipos de anemia, porém a mais comum é a decorrente de deficiência de ferro. O ferro é uma parte essencial da hemoglobina, e baixos níveis desse mineral resultam em incorporação diminuída dessa proteína em nosso organismo, explica a nutricionista.

As carnes (carne bovina, de frango, de porco e de peixe) possuem uma grande quantidade de ferro, muito bem absorvido pelo nosso organismo. Outros alimentos como o feijão, a soja, a lentilha e o grão de bico também possuem grande quantidade de ferro em sua composição, porém o ferro desses alimentos não é muito bem absorvido em nosso organismo , diz Karina. Para melhorar a absorção do ferro desses alimentos recomenda-se o consumo de alimentos fontes de vitamina C, como por exemplo, a laranja, o limão, o morango ou a acerola.










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ALIMENTOS TERMOGÊNICO










Esses alimentos são aqueles capazes de acelerar o metabolismo, já que sua ingestão constante permite que nosso organismo trabalhe em um ritmo mais acelerado, gastando mais energia do que o habitual. 
No fim das contas, essas calorias gastas a mais podem significar quilos a menos na balança.


Muitos alimentos são conhecidos por seus efeitos termogênicos, sendo os principais: pimenta vermelha, gengibre, chá verde/branco, vinagre de maçã, café, cacau e guaraná em pó, entre outros.
Existem diversos mecanismos pelos quais os termogênicos podem auxiliar na perda de peso. Alguns deles atuam no Sistema Nervoso Central, estimulando o estado de alerta e concentração, retardando a fadiga muscular e aumentando a disposição para os exercícios físicos. Outros atuam diretamente nos adipócitos, as células que armazenam gordura, potencializando a quebra das gorduras durante o exercício.


Esses alimentos, no entanto, não devem ser encarados como milagrosos. A simples inclusão de algum desses alimentos na dieta não garante a perda de peso. Eles podem atuar como adjuvantes do tratamento, mas desde que associados a um programa de re-educação alimentar e atividade física. Essa ação termogênica também depende de uma dose mínima e da frequência de consumo.
 Não espere, portanto, que ao consumir alguns desses alimentos esporadicamente os resultados apareçam. Para que façam efeito, esses alimentos devem fazer parte de uma rotina alimentar diária.
Outro fator importante a ser mencionado é que nem todos os alimentos popularmente conhecidos como termogênicos possuem ação cientificamente comprovada. 
Muitos deles ainda não possuem seu mecanismo de ação desvendado e alguns só apresentam efeitos em doses elevadas, quando administrados na forma de suplementos.
O gengibre, por outro lado, pode aumentar a pressão arterial. Indivíduos com problemas cardíacos e hipertensos, portanto, devem ter cuidados redobrados ao incluir esses alimentos na dieta.
O ideal é introduzir esses alimentos com o acompanhamento e orientação de um profissional capacitado, que determinará qual o alimento termogênico mais indicado, as quantidades a serem ingeridas e os horários mais adequados, de acordo com as características de cada indivíduo.
 

domingo, 20 de março de 2011

Conte com as vitaminas para manter a saúde em equilíbrio

Juntas, elas formam um time de peso a favor da saúde e são fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Participam de diversas reações químicas e atuam no metabolismo. Apresentamos a você, as vitaminas.

Classificadas em lipossolúveis e hidrossolúveis, as vitaminas são divididas de acordo com a capacidade que têm de se dissolver em gordura ou em água. Conheça a atuação de cada uma no nosso organismo. 

Sua saúde agradece
vitaminas Lipossolúveis
Vitamina A 
Ela também atende pelo nome de retinol, retinal e ácido retinóico. A variedade de denominações para a mesma vitamina é pelo fato de ela contar com um grande número de componentes em sua formação. Existem ainda, os micronutrientes chamados de pró-vitamina A, como os betacarotenos e outros carotenóides que, no corpo, podem ser convertidos em vitamina A.

Dentre suas principais funções, o papel que a vitamina A desempenha sobre a nossa visão se destaca, pois ela é um componente dos pigmentos visuais. A cegueira noturna, caracterizada pela dificuldade em adaptar a visão ao escuro, é causada pela deficiência da vitamina A na alimentação.

Por também atuar na produção, no crescimento e desenvolvimento das células vermelhas do sangue (as hemoglobinas), sua falta pode deixar o organismo mais vulnerável às infecções por bactérias, vírus e parasitas Para garantir a ingestão adequada da vitamina, conte com vegetais como cenoura, pêssego e tomate. Vegetais verdes e alimentos amarelos e laranjas são ótimas fontes de carotenóides, os pró-vitaminas A. Homens com mais de 19 anos têm a necessidade diária de 900 microgramas da vitamina. Enquanto as mulheres precisam atingir a recomendação de 700 microgramas, por dia. A quantidade diária aumenta para 1.300 microgramas para as grávidas 

e seu corpo saudável
Vitamina D
Além de ser vital para regular a pressão arterial, mantendo o sistema nervoso nos trilhos, a vitamina D entra em ação para absorver o cálcio e o fósforo. 

Ela é essencial para a manutenção do metabolismo do cálcio, que atua no desenvolvimento ósseo,sobre sua contribuição indireta contra a osteoporose. Tanto que, em falta, pode levar ao raquitismo infantil e à baixa estatura. Os adultos com deficiência da vitamina sofrem com a osteomalácia, doença caracterizada pelo amolecimento dos ossos e deformidade. 

Essa vitamina ainda participa da diferenciação celular e inibe a proliferação das células. Junto com a mutação, a proliferação celular pode ocasionar doenças como o câncer. A vitamina D também fortalece nosso sistema auto-imune e atua na secreção de insulina. Alguns estudos sugerem que a deficiência da vitamina pode levar ao prejuízo na secreção deste hormônio, o que poderia causar intolerância à glicose.

Recorrer a alimentos como salmão, sardinha, óleo de fígado de peixe e gema de ovo é só uma forma de obter o micronutriente. Isso porque 15 minutinhos diários de banhos de sol contribuem muito para os níveis de vitamina D subirem. A exposição solar é o principal meio para alcançar os requerimentos dessa vitamina , ressalta a especialista. 

As doses diárias devem ser de 5 microgramas para adultos entre 19 e 50 anos. Dos 51 aos 70 anos, a ingestão dos alimentos fontes deve aumentar e representar 10 microgramas da vitamina. Para quem tem mais de 71 anos, a recomendação de consumo é de 15 microgramas por dia.

 
Saúde nas frutas
Vitamina E
Vitamina composta por uma família de oito antioxidantes, a vitamina E se destaca por proteger a gordura presente na membrana celular dos radicais livres (moléculas que se aglomeram e causam entupimento das artérias).

O micronutriente também trabalha para inibir a formação de placas nos vasos sanguíneos, além de favorecer a vaso dilatação . Problemas no transporte das gorduras pelo organismo ou de má absorção de nutrientes são as conseqüências da deficiência de vitamina 

E, apesar dos casos serem raros. Os adultos com mais de 19 anos precisam ingerir, no mínimo 15 miligramas por dia. Para atingir a recomendação, insira óleos vegetais e sementes como amêndoas, amendoim, nozes e castanhas no cardápio. 

A saúde que vem do prato
Vitamina K
Entre diversas atividades, a vitamina K participa na coagulação sanguínea e na formação de proteínas a partir das células ósseas, favorecendo a mineralização dos tecidos ósseos e o crescimento. Suspeita-se ainda que o micronutriente esteja envolvido na regulação do desenvolvimento celular. 

Assim como a vitamina E, quando em falta, a vitamina K está associada à má absorção de gordura, já que ela depende da gordura para ser transportada pelo organismo.

 Além disso, uma dificuldade de coagulação do sangue também pode acontecer, apresentando-se em forma de hemorragias em casos mais graves. Óleos vegetais e folhas verde-escuras são boas fontes da vitamina. Para garantir que os benefícios do micronutriente apareçam, o consumo diário deve ser de 120 microgramas.  

 
As mil e uma vantanges de consumir laranja
Vitamina B1
Ela também pode ser chamada de tiamina e tem papel fundamental na transformação dos alimentos em energia para o corpo. Outra missão importante da vitamina B1 é fazer o transporte de íons através da membrana celular dos músculos e dos nervos, mantendo estas células em perfeito funcionamento.
Quando sua quantidade mínima não é atingida, uma doença chamada beribéri pode se instalar. Seus sintomas são confusão mental, perda muscular, edema, taquicardia e aumento do tamanho do coração. Para evitar os males causados pela deficiência de B1, basta encher os pratos de leguminosas, peixes, cereais integrais e enriquecidos, carne bovina e suína. 

A soma diária da vitamina deve ser de 1,2 miligramas para adultos acima de 19 anos e de 1,4 para gestantes e lactantes 


Que tal um saboroso sanduíche?
Vitamina B3
A riboflavina faz parte do famoso complexo B e está envolvida no transporte de elétrons, que é parte fundamental para a produção de energia a partir dos carboidratos, proteínas e gorduras. Sem contar que ela apresenta características antioxidantes, o que ajuda a prevenir o envelhecimento celular e evita derrames e infartos.

Quando a riboflavina está em falta, geralmente, está associada à deficiência de outras vitaminas hidrossolúveis. Os principais sintomas são lacrimação, queimação e coceira nos olhos, dor e queimadura dos lábios, boca e língua. Dietas pobres em proteínas animal e em vegetais verde-escuros por um longo período podem ser a causa da queda das taxas de riboflavina . 

Portanto, é preciso atenção ao consumo de carnes, verduras escuras, leite e derivados. A recomendação diária da vitamina é de 1,3 miligramas. 
Vitamina B5
Vitamina B5
Também conhecida como ácido pantotênico, a vitamina B5 é encontrada em todas as células vivas na forma de coenzima A (CoA), que participa de inúmeras reações essenciais para o organismo. A CoA está envolvida, por exemplo, no processo de transformação dos alimentos em energia, fazendo a síntese de gorduras, colesterol, hormônios, neurotransmissor e melatonina.

A deficiência de ácido pantotênico é muito rara, observada somente em casos de extrema má nutrição . A ingestão adequada equivale a 5 miligramas por dia. As fontes alimentares da vitamina são peixe, frango, ovos, leite, lentilha, abacate e batata 
O consumo diário recomendado é de 30 microgramas
Biotina
Biotina 
Mais uma participante do complexo B, a biotina é a responsável por ativar quatro enzimas chamadas de carboxilases. Roberta explica que essas enzimas são essenciais para haver reações metabólicas no organismo, como a síntese de ácidos graxos ea formação de glicose . Apesar de rara, sua deficiência pode causar queda de cabelo, depressão e sonolência. Suas fontes alimentares são os ovos, fígado, pão e cogumelo. O consumo diário recomendado é de 30 microgramas.  
Assim você fica mais bonita e saudável
 
 
 
 
 
 
Vitamina B6
Por não ser produzida pelo corpo, assim como todos os outros representantes do complexo B, a vitamina B6 precisa de um reforço ainda maior na alimentação. 

Na forma de coenzima, ela participa de diversas reações metabólicas fundamentais para o organismo, como a estocagem de glicogênio nos músculos, que fornecerá energia quando necessário. 

Outra atividade importante da B6 é atuar na formação da serotonina (neurotransmissor relacionado ao bem-estar), das células vermelhas sanguíneas (hemoglobinas) e também da síntese de outra vitamina, a niacina , explica a nutricionista. Transtornos como tontura, depressão e irritação da pele são alguns indícios da falta de vitamina B6. 

Os alcoólicos são o grupo que mais corre risco de sofrer com esses sintomas, pois eles sofrem alteração do metabolismo normal dessa vitamina . (Conte com o menu certo para combater problemas de saúde) A quantidade de B6 deve girar em torno de 1,3 a 2,0 miligramas por dia. Para ingeri-las, é só contar com cereais integrais, leguminosas, batata, banana e alimentos fortificados. 

carnes, peixes, ovos, leite e queijos evitam que as taxas da vitamina não sejam atingidas
Vitamina B12
B12 ou cobalamina são os nomes que essa vitamina essencial para o bom funcionamento das células leva. Ela atua principalmente nas células do intestino, do tecido nervoso e da medula óssea. 

A B12 está envolvida na recomen dação diária de B12 é de 2,4 microgramas. formação do código genético. 

Um tipo de anemia chamada perniciosa é uma das principais causas da deficiência de vitamina B12. Alimentos ricos em proteínas, como carnes, peixes, ovos, leite e queijos evitam que as taxas da vitamina não sejam atingidas. 
Gostinho de saúde
Folato
Folato e ácido fólico são as denominações usadas para essa vitamina participante do complexo B. Apesar de desempenharem as mesmas funções, eles têm características diferentes. O ácido fólico, por exemplo, raramente é encontrado nos alimentos e no corpo humano. 

Suas fontes são os suplementos alimentares e alimentos fortificados. Já os folatos, além de encontrados na alimentação, ainda são achados em formas metabolicamente ativas no organismo, como a formação de células sanguíneas (hemácias e leucócitos) e participação no código genético (DNA e RNA). Se as quantidades ideais de folato não forem atingidas, a anemia tem chances de se instalar.

 Em gestantes, a deficiência da vitamina pode causar má formação do tubo neural (estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinal da criança). Por isso, é comum a suplementação durante a gravidez, orientada por um especialista . A indicação de consumo diário para homens (e mulheres que não estejam grávidas) é de 400 microgramas. A quantidade pode ser atingida com a ingestão de vegetais verde-escuros, sucos de frutas cítricas, lentilha e feijão. 
Adoce sua saúde
Vitamina C
Ela está no topo da lista das vitaminas que se tornaram celebridade. É importante ficar de olho na alimentação para obtê-la, já que a vitamina C, apesar de muito usada pelo organismo, não é sintetizada por ele assim como todas as outras
Também conhecida por ácido ascórbico, ela tem atuação importante na síntese de colágeno, estrutura que compõe os vasos sanguíneos, tendões, ligamentos e ossos. Além disso, tem papel de destaque na síntese de um neurotransmissor chamado norapinefrina.

Os neurotransmissores são fundamentais para a realização de atividades cerebrais e são conhecidos por agir no humor , Mais uma função da vitamina C é fazer a síntese de carnitina, uma pequena molécula envolvida no transporte de gordura para a célula, que resulta em energia. Sem falar que ela é um potente antioxidante, capaz de protegermoléculas indispensáveis para o corpo, como proteínas, gorduras, carboidratos e ácidos nucléicos (RNA e DNA), de danos provocados pelos radicais livres. 

Os radicais livres são gerados durante o metabolismo normal e pela exposição de toxinas e poluentes como o fumo. Apesar de sua deficiência ser rara, já que a vitamina é obtida facilmente pela alimentação, pode causar uma doença fatal: o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam. 

Para prevenir a falta do acido ascórbico e evitar doenças crônicas, recomenda-se uma ingestão diária de 90 miligramas para homens e 75 miligramas para mulheres, ambos acima de 19 anos. Quem fuma deve consumir uma quantidade adicional de 35 miligramas por dia, devido ao aumento do estresse oxidativo. Laranja, limão, abacaxi, mamão, goiaba e pimentão são bons exemplos de fontes da vitamina C.  

21 escorregões explicam por que você não emagrece

1-Esquecer de pôr fibras no cardápio.
As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é 

igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso. (5 ótimas razões para você incluir aveia no cardápio)




2- Repetir sempre o mesmo menu.Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona 

desistem mais fácil do projeto de emagrecimento. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde. (na hora das compras, ponha aliados da dieta no carrinho)


3- Pular refeições. 
Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia.(Compulsão alimentar engana seus sentidos). Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.


4- Estipular metas difíceis de serem   E
stabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado , aconselha

5- Beber pouca água Zero calorias e muitos benefícios.Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias. (Águas saborizadas ajudam a atingir a recomendação diária de líquido).


6- Comer depressa demais.
 
Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer é preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão , completa. (Faça até a dieta render na hora do expediente).


7- Extrapolar na quantidade dos alimentos. 
A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.


8- Dar importância desmedida ao regime.
 
Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer , incentiva a nutricionista.


9- Beliscar o tempo todo.
Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos ,  O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso , garante a especialista.


10- Dispensar legumes e verduras.

Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento


11- Ignorar as informações dos rótulos. 
As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares. (Traduza os rótulos e escolha bem os alimentos)

12- Sofrer com a ansiedade pelos resultados. 
Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta . Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.


13- Cometer deslizes nos finais de semana.
Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais , ensina a especialista. 


14- Não praticar exercícios.

Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.


15- Ser fã dos chopinhos nas happy hours.

O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis. (Veja as calorias das bebidas).



16- Não substituir as frituras pelos grelhados. 
Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhada. (Todas as razões para trocar as frituras pelos grelhados, definitivamente).


17- Ceder aos doces
Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso cal. (Faça substituições inteligentes)


18- Acreditar em dietas milagrosas.
Segundo Roberta, as dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva , aconselha. (Ficar só na sopa, chá, shake ou proteína arrasa sua dieta)

19- Deixar de incluir lanches entre as refeições principais.Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. Garanta isso fazendo pequenos lanches , diz a nutricionista.


20- Exagerar na determinação
 
Quando a vontade por alguma tentação aperta, você resiste bravamente. A atitude exemplar nem sempre é a mais ideal. Acumular vontade pode levar a um descontrole mais adiante , alerta Roberta Stella. Se a vontade de comer um doce for muito grande, por exemplo, coma um bombom ou uma barrinha pequena de chocolate. Assim, você evita comer a caixa de bombons inteira em algum outro momento. 


21- Tomar refrigerantes
 
Roberta explica que as bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural. 

CALORIAS DE PETISCOS

         TABELA DE PETISCOS